X Elaopa 2013 - Pintar e Lutar

X ELAOPA – 2013 - Relatório Eixo Muralismo – 


Neste ano o eixo muralismo teve com característica, retomada e reforço das ações e discussões acerca do nosso conceito de muralismo e intervenção. Ouve a presença de grupos e indivíduos, em sua maioria, que até então não tinham muita proximidade com a ferramenta que caracteriza este eixo, porém com o intuito de se aproximar e desenvolver uma técnica ligada as particularidade das suas lutas regionais e também unir uma estética e modelo de luta incomum. Fizemos o reforço de alguns conceitos que se mantém atuais a partir da elaboração de outros momentos que tivemos em outros Elaopa, mas também agregou-se os seguintes olhares: temos que travar uma “Guerra Visual”, assumir esta tarefa para além dos ritos da arte urbana, mas sim disputar visualmente com o sistema de dominação, com suas chamadas publicitárias que formam sujeitos em produto e consumo, e dar a nossa versão, fazer o embate de conceitos, denuncias, mas também afirmações e convicções. “Pintar Nossas Conquistas”, por demais já traduzimos a partir de nossas linguagem momentos que narram derrotas e martírios, cremos que nossa intervenção tem que ser emancipatória, promotora de lutas e registro das nossas pequenas e permanentes vitória, nossa caminhada é longa porém de passo firme como cada gesto, pincelada quando construímos nossas intervenções. Utilizar em nossas ações, a “Pedagogia da Pergunta”, fazer uso desta dinâmica no jeito de construir o diálogo da nossa linguagem frente as demandas do nosso povo. Temos que ter a preocupação de estabelecer uma troca, uma construção entre quem observa e ou participa direta ou indiretamente de cada ação que botamos em prática. “Potencializar o bairro como ponto de partida” das nossas ações, que nosso trabalho tenha eco a partir da onde somos naturais onde dividimos nossas experiências cotidianas, de nada vale focar uma luta que não damos conseqüência desde o nosso local de moradia, nossa luta é descentralizada, nem no centro, nem só na periferia”, nossa ação é de ressonância horizontal. E por fim percebemos que nomear este eixo apenas por muralismo já não contempla a diversidade das nossas ações, adotamos distintas linguagens para dar voz aos anseios e lutas que participamos. O mural, a colagem de cartazes, pichações, intervenções, vídeos, fanzines, adesivos, são recursos a disposição das nossas necessidades e que devem ser usados da forma que o momento exige e o qualifica como o mais eficaz. Ficamos com a sugestão de desenvolvermos melhor este conceito para o outros encontros e que no melhor das hipóteses, será resultado de uma ação que já praticamos. Como resultados dos debates em relação a conjuntura que estamos vivendo no Brasil, tiramos como deliberação, uma campanha que trate dos impactos da Copa da FIFA de 2014. e a Copa das Confederações que acontecerá em junho deste ano(2013). Reafirmamos aqui momentos em comum para intervirmos conjuntamente como já fizemos desde o Elaopa de 2009 em Lujan -Argentina). 5 de Junho: Rememoramos o Massacre de Bagua, na Amazônia peruana, data que se torna símbolo da implementação do Plano IIRSA na América Latina. 11 de Outubro: Data que marca a invasão das caravelas espanholas neste continente, chamamos este dia de “ O último dia de Liberdade dos Povos Originários das Américas”.


TOMA! teu presente de aniversário pORTO aLEGRE





Semana de aniversário de porto alegre e véspera da data -01/04- que vai firma este ano os vergonhosos quarenta e oito anos do golpe civil-militar que instalou uma ditadura no brasil não poderia passar em branco. juntando o inútil e o desagradável para dar um presente só, esta é a nossa singela homenagem. uma placa de rua nova para porto alegre na entrada da cidade com o nome de seu herói torturador e assassino castelo branco.
parabéns, porto alegre, toma que é mais que merecido.

Copa para os ricos, Repressão aos pobres!!!


Total solidariedade aos compas que vão responder por crime ambiental ao denunciarem os reflexos nefastos que A Copa 2014 já esta gerando!!!

Estupidez Comunista! Vermelhos fazem o papel de polícia do Regime entreguista da Grécia





Outra vez os membros do chamado Partido "Comunista" jogaram o papel da Guarda Civil do Regime. Desta vez eles tentaram bloquear milhares de manifestantes, que pelo segundo dia consecutivo tomaram as ruas do centro de Atenas, em oposição à política do totalitarismo que está tirando nossas vidas. Desde a manhã os brucutus do dito partido se alinharam em frente do Parlamento, impedindo que milhares de manifestantes se aproximassem da Praça da Constituição (Syntagma) e se movesse até o Parlamento para enfrentar com os outros pretorianos do Regime, os denominados grupos antidistúrbios.

Enquanto dentro do Parlamento o governo estava aprovando um decretaço que acaba com os acordos coletivos e com as nossas vidas, do lado de fora os membros do Partido "Comunista" substituía a Polícia, tentando reprimir uma manifestação combativa e massiva do povo de Atenas. Eles estavam bem preparados e equipados, com paus e bastões, usando capacetes, a fim de levar a cabo um plano bem definido. Em coordenação com a outra Polícia, formaram uma corrente humana em frente ao Parlamento, repelindo violentamente os blocos de manifestantes que se aproximavam da área. Até agora, dito partido tinha apenas se limitado a um desfile apressado por uma parte do centro da cidade antes de sair também às pressas. Hoje, esse plano mudou. Tanto em Atenas, como em outras cidades gregas desempenharam o papel da guarda pretoriana do Regime.

Em Atenas, milhares de manifestantes do bloco do movimento "Não Pago", de extrema esquerda, de sindicatos de base, anarquistas, antiautoritários e outros manifestantes rebelados contra o totalitarismo do Regime, pelejaram contra os fascistas do dito partido que ainda tem a coragem de chamar-se comunista. Durante algumas horas os manifestantes estiveram lutando, batalhando, combatendo corpo-a-corpo contra essas duas polícias: a oficial e a muleta do Sistema. Quando pela tarde os policiais substituíram os cafetões deste partido, estes últimos não hesitaram em atacar os manifestantes que encontravam em seu caminho, enquanto a Polícia oficial investia contra a manifestação.

Mais de uma hora após a retirada-fuga dos brucutus, um homem de 53 anos morreu, devido a problemas respiratórios e um ataque cardíaco. De acordo com as evidências até o momento, essa pessoa inalou grande quantidade de gás lacrimogêneo e outros venenos disparados pela Polícia. Estamos à espera da autópsia forense para detectar com mais precisão as causas de sua morte.

As forças repressivas concluíram a tarefa dos seus colegas do Partido “Comunista” com uma repressão implacável em todo o centro de Atenas. À tarde, os conflitos se espalharam pelas zonas turísticas de Plaka e Monastiraki, bem como pelo bairro de Exarchia. Na estação de metrô da segunda praça no centro, Omonia, a Polícia invadiu a estação e bateu nas pessoas que se refugiaram lá. Em Monastiraki, a Promotoria ordenou a evacuação da estação local com centenas de manifestantes. Os conflitos chegaram até a estação da Acrópole e os bairros próximos a ela. Houve várias detenções e prisões. Enquanto isso, os meios de desinformação falavam de conflitos entre manifestantes... (e, em geral...) e... encapuzados, batendo todos os recordes de desinformação intencional.

Não é a primeira vez que os brucutus deste partido agem de Guarda Civil do Regime. Todos os rebelados contra este sistema, contra o Poder e o Capital, têm experimentado reiteradas vezes o que hoje, 20 de outubro, viveu o povo de Atenas. Vamos continuar divulgando mais infos sobre este assunto nos próximos dias.

agência de notícias anarquistas-ana